quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Café Solidário da Paraíba participa da festa das crianças na Comunidade do Timbó

  
Aconteceu na Comunidade do Timbó a grande festa das crianças organizada pelas instituições Café Solidário da Paraíba, Rotary Club João Pessoa Bancários, Paróquia Menino Jesus de Praga, Conselho de Segurança Comunitário dos Bancários, Abraço Solidário, Associação Juventude em Ação – AJA e Associação Comunitária dos Moradores do Timbó. 

O evento contou ainda com o apoio do Rotaract Bancários, ONG Amazonas e FUNJOPE.

Mais de 1.500 brinquedos foram arrecadados pelas instituições parceiras e fizeram a alegria da criançada durante todo o dia.

O evento começou pela manhã no Centro de Treinamento São José Operário com ações sociais voltadas especialmente às crianças, com o objetivo de levar a comunidade  prestação de serviços de interesse dos moradores, tais como atendimento médico nas áreas de dermatologia, ginecologia, odontologia e clínica geral, cabeleireiro, assistência jurídica, entre outros.

No período da tarde aconteceu a grande festa para as crianças, com Palhaços, Pula-pula, grupos de teatro, distribuição de picolé, pipoca, algodão doce, e outras guloseimas, culminando com a entrega dos brinquedos arrecadados na campanha "Doe um brinquedo e receba um sorriso" acompanhado de uma sacolinha com guloseimas.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Café Solidário de Agosto/2011 beneficia a Missão Nova Esperança

ONG ajuda crianças portadoras do vírus HIV


Desde que descobriu que Rafael tinha Aids em 2002, Ana Cristina e o filho frequentam a ONG Missão Nova Esperança, que funciona no Centro de João Pessoa. "Esse lugar foi o meu grande apoio. Aqui recebi orientação, pude entender o que era essa doença, perdi o medo", afirma a dona de casa. Fundada em 2001, a ONG ajuda famílias que têm crianças e adolescentes portadoras do HIV oferecendo uma casa de passagem para moradores de municípios do interior do Estado, acompanhamento psicológico, orientação com relação a medicação e as consultas médicas, entre outros serviços. 

"A Missão foi fundada para ser um espaço para as famílias e as crianças com HIV. Aqui temos 10 leitos aonde mães do interior podem pernoitar com seus filhos. Ás vezes, a mãe vem pela manhã e só tem uma consulta a tarde então servimos como um lugar para o descanso das crianças, das mães. Oferecemos também café da manhã, almoço e jantar para os nossos hospedes", conta a diretora administrativa da casa, Elizabeth Ferreira.

A cada 15 dias, a casa se transforma em uma grande espaço de convivência para as crianças e as mães. No projeto chamado Jardim Regado se forma um grupo de discussão com as mães, acompanhadas por uma psicóloga, enquanto as crianças participam de atividades de arteterapia. "É uma grande festa com as crianças, elas se divertem, se sentem felizes enquanto as mães conversam com a psicóloga. Nós queremos principalmente estimular a convivência delas", ressalta Elizabeth. A Missão Nova Esperança sobrevive de doações e ainda luta para comprar sua sede própria. Quem tiver interesse de ajudar pode procurar a entidade, na avenida Capitão José Pessoa, 985, no bairro de Jaguaribe ou através de depósitos na conta corrente: 5949-8, agência 3165-8 (Banco do Brasil). 

Café Solidário de Julho/2011 beneficia a ONG Donos do Amanhã


Na Paraíba, a ONG Donos do Amanhã (@DonosDoAmanha) é a responsável pelo apoio e combate ao câncer infanto-juvenil. 

A ONG vem fazendo um belo trabalho social, com os pacientes e suas famílias. 

Já foi feita a ampliação da estrutura do Hospital Laureano, dentre vários ações no combate ao câncer. 

A ONG conta ainda com a parceria de várias empresas.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Café Solidário de Junho/2011 beneficia a Vila Vicentina



O 7º Café Solidário da Paraíba, aconteceu no dia 27 de Julho de 2011, no Restaurante Cannelles em João Pessoa, teve como instituição beneficiada a Vila Vicentina.

Muito bom rever e encontrar os amigos do bem que encontramos no twitter. Hoje batemos recorde de doações para ajudar a Vila Vicentina e muitas pessoas estiveram presentes, novatos e antigos frequentadores. 

Com a ajuda de todos concerteza a cada encontro vamos consolidando os frequentadores e nosso nome, até um dia fazermos um grande evento para podermos arrecadar ainda mais alimentos.

Sigam @cafesolidariopb para mais informações.

Agradecimentos: 

Agradecemos primeiramente ao Restaurante Cannelle (@cannellerest) que sempre disponibiliza seu espaço e coloca um preço bem acessivel para que todos possam está presentes. E agradecemos a todas as empresas que mandaram alguns de seus funcionarios para representar no encontro.
Agradecimento especial para  Cenario Cultural (@cenariocultpb), (Adelton Alves (@AdeltonAlves), Edmilson Pereira (@edmilsonpereira), Fabiano Gomes(@fabianogomespb),Wellington Farias (@W_Farias) e Amir Serrano (@almirserrano) pela forte divulgação do Café solidário no Radio e TV. Obrigado!

Arrecadação:
50 Latas de Leite em pó
10 Pacotes de leite em pó (5 latas)
32 Rolos de Papel Higiênico 
24 Cremes Dental
3 Aveia em Flocos
24 Sabonetes
1 Sabão em pó
2 Desinfetantes
1 White Lub
2 Caixas de Cotonetes
4 Quilos de Arroz
10 Fraldas Geriátricas 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Café Solidário de Maio/2011 beneficia o Abrigo de Idosos AMÉM

Do pouco (ou muito) que cada um doa, a Associação Metropolitana de Erradicação da Mendicância, o Abrigo Amém, sobrevive há 40 anos. São 40 idosos, homens e mulheres entre 60 e 102 anos, alguns em plena saúde física e mental, outros nem tanto. 
Todos que encontram no isolamento do instituto encravado na mata um sentido de acolhimento do qual talvez não compartilhassem nem mesmo no seio familiar.
Caso da dona Helena Valente, 64, ex-agricultora: “Havia uma rotina de agressões entre mim e a minha filha. Da última vez que nos vimos, ela resolveu me ameaçar a faca. Decidi vir para a Amém”, lembra ela, que é residente há dois anos e é conhecida como a artesã do Lar, com suas caixinhas e jogos americanos feitos com canudinhos e tricô. 
“Aqui, sinto-me mais bem tratada do que em casa. E olha que tenho cinco filhos!”
Dona Helena e seus jogos americanos
A velhice, junto com a infância, é das etapas da vida que mais demandam cuidados e paciência. Só que, ao contrário da criança, uma fase de graça e aprendizado, tratar de doenças e limitações cada vez maiores com o avanço da idade não são exatamente atrativos mesmo para os familiares – daí a sensação de incômodo, tanto para o idoso, quanto para a família. 
Por isso é dos velhinhos também a decisão voluntária de ir para um espaço em que se sinta entre os seus. “Aqui bato papo, sinto-me bem tratado, faço as minhas poesias e desenhos...”, diz Paulo Gonçalves, 82 anos, há seis no Amém, autointitulado “eterno estudante”, por nunca ter trabalhado. 

 
Quarenta idosos convivem no abrigo 
Paulo Gonçalves, 82 anos, entre desenhos e poesias
“Vim de um histórico familiar complicado. Morava com um sobrinho alcoólatra, com quem brigava de vez em quando. Depois da última briga, decidi vir morar aqui. Nunca mais voltei”, diz, sem nem um semblante de arrependimento (o sorriso da foto também é uma constante). O Abrigo da Amém conta com serviços de enfermaria, psicologia, fisioterapia, artesanato, um bom refeitório, recreação e um espaço em que se pode caminhar por um generoso quintal que dá para a floresta, de onde não raro escapam animais como macacos, capivaras e preguiças.    
 Da limpeza impecável à organização dos cômodos, passando pela equipe de cuidadores, cozinheiros e faxineiros, tudo reflete respeito e, sobretudo, uma boa condução administrativa, ausente em muitas instituições geriátricas Brasil afora. “Fico emocionado em conhecer pessoas com tanta experiência, mas que, por alguma razão, não podem mais estar com suas famílias. A Amém dá a elas a qualidade de vida de que necessitam, além de lhes proporcionar um clima de companheirismo e solidariedade, com o qual ficamos gratos em contribuir”, diz o vice-diretor da Salema, João Neto.
 Serviço:
Lar da Amém
Km 11 da BR-230 (Cabedelo)
Loteamento Jardim América
3245-2761


Para doações:
Banco do Brasil (Ag. 011-6)
Conta-corrente: 224 468-3



terça-feira, 31 de maio de 2011

Café Solidário de Abril/2011 beneficia a Casa de Acolhida de Aideticos

Aids no Brasil

Desde o início da epidemia, em 1980, até junho de 2011, O Brasil tem 608.230 casos registrados de aids (condição em que a doença já se manifestou), de acordo com o último Boletim Epidemiológico. Em 2010, foram notificados 34.218 casos da doença e a taxa de incidência de aids no Brasil foi de 17,9 casos por 100 mil habitantes.
Observando-se a epidemia por região em um período de 10 anos, 2000 a 2010, a taxa de incidência caiu no Sudeste de 24,5 para 17,6 casos por 100 mil habitantes. Nas outras regiões, cresceu: 27,1 para 28,8 no Sul; 7,0 para 20,6 no Norte; 13,9 para 15,7 no Centro-Oeste; e 7,1 para 12,6 no Nordeste. Vale lembrar que o maior número de casos acumulados está concentrado na região Sudeste (56%).
Atualmente, ainda há mais casos da doença entre os homens do que entre as mulheres, mas essa diferença vem diminuindo ao longo dos anos. Esse aumento proporcional do número de casos de aids entre mulheres pode ser observado pela razão de sexos (número de casos em homens dividido pelo número de casos em mulheres). Em 1989, a razão de sexos era de cerca de 6 casos de aids no sexo masculino para cada 1 caso no sexo feminino. Em 2010, chegou a 1,7 caso em homens para cada 1 em mulheres.
faixa etária em que a aids é mais incidente, em ambos os sexos, é a de 25 a 49 anos de idade. Chama atenção a análise da razão de sexos em jovens de 13 a 19 anos. Essa é a única faixa etária em que o número de casos de aids é maior entre as mulheres. A inversão apresenta-se desde 1998. Em relação aos jovens, os dados apontam que, embora eles tenham elevado conhecimento sobre prevenção da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, há tendência de crescimento do HIV.
Quanto à forma de transmissão entre os maiores de 13 anos de idade, prevalece a sexual. Nas mulheres, 83,1% dos casos registrados em 2010 decorreram de relações heterossexuais com pessoas infectadas pelo HIV. Entre os homens, 42,4% dos casos se deram por relações heterossexuais, 22% por relações homossexuais e 7,7% por bissexuais. O restante ocorreu por transmissão sanguínea e vertical.
Apesar de o número de casos no sexo masculino ainda ser maior entre heterossexuais, a epidemia no país é concentrada. Ao longo dos últimos 12 anos, a porcentagem de casos na população de 15 a 24 anos caiu. Já entre os gays a mesma faixa houve aumento de 10,1% entre os gays da mesma faixa. Em 2010, para cada 16 homossexuais dessa faixa etária vivendo com aids, havia 10 heterossexuais. Essa relação, em 1998, era de 12 para 10.
Em números absolutos, é possível ver como a redução de casos de aids em menores de cinco anos é expressiva: passou de 863 casos, em 2000, para 482, no ano passado. Comparando-se os anos de 2000 e 2010, a redução chegou a 55%. O resultado confirma a eficácia da política de redução da transmissão vertical do HIV (da mãe para o bebê).
Quando todas as medidas preventivas são adotadas, a chance de transmissão vertical cai para menos de 1%. Às gestantes, o Ministério da Saúde recomenda o uso de medicamentos antirretrovirais durante o período de gravidez e no trabalho de parto, além de realização de cesárea para as mulheres que têm carga viral elevada ou desconhecida. Para o recém-nascido, a determinação é de substituição do aleitamento materno por fórmula infantil (leite em pó) e uso de antirretrovirais.
Atento a essa realidade, o governo brasileiro tem desenvolvido e fortalecido diversas ações para que a prevenção se torne um hábito na vida dos jovens. Adistribuição de preservativos no país, por exemplo, cresceu mais de 60% entre 2005 e 2010 (de 202 milhões para 327 milhões de unidades). Os jovens são os que mais retiram preservativos no Sistema Único de Saúde (37%) e os que se previnem mais. Modelo matemático, calculado a partir dos dados da PCAP de 2008, mostra que quanto maior o acesso à camisinha no SUS, maior o uso do insumo. A PCAP é a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas relacionada às DST e Aids da População Brasileira de 15 a 64 anos de idade.
Em relação à taxa de mortalidade, o Boletim também sinaliza queda. Em 12 anos, a taxa de incidência baixou de 7,6 para 6,3 a cada 100 mil pessoas. A queda foi de 17%.
Questões de vulnerabilidade 

O levantamento feito entre jovens, realizado com mais de 35 mil meninos de 17 a 20 anos de idade, indica que, em cinco anos, a prevalência do HIV nessa população passou de 0,09% para 0,12%. O estudo também revela que quanto menor a escolaridade, maior o percentual de infectados pelo vírus da aids (prevalência de 0,17% entre os meninos com ensino fundamental incompleto e 0,10% entre os que têm ensino fundamental completo).

O resultado positivo para o HIV está relacionado, principalmente, ao número de parcerias (quanto mais parceiros, maior a vulnerabilidade), à coinfecção com outrasdoenças sexualmente transmissíveis e às relações homossexuais. O estudo é representativo da população masculina brasileira nessa faixa etária e revela um retrato das novas infecções.